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Como a logística reversa se encaixa em um modelo econômico sustentável


Após mostrarmos o que é economia circular e explicarmos a sua importância, vamos analisar um dos aspectos que a compõe: a logística reversa. De acordo com uma Lei Federal sancionada em 2010 e de número 12.305/2010, a logística reversa é caracterizada “por um conjunto de ações, procedimentos e meios destinados a viabilizar a coleta e a restituição dos resíduos sólidos ao setor empresarial, para reaproveitamento, em seu ciclo ou em outros ciclos produtivos, ou outra destinação final ambientalmente adequada”. É o que diz o artigo 3°, inciso XII da lei que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), há nove anos, no Brasil.


Em resumo, a logística reversa é um sistema em que o uso de certos tipos de materiais não se acaba em seu primeiro descarte. Ou seja, os resíduos gerados após a utilização de determinado produto voltam ao mercado após passarem por um processo eficaz de coleta, reciclagem e tratamento. Ou, então, retornam para o fornecedor para que ele se responsabilize pela destinação final correta dos resíduos.


Desta forma, então, eles não agridem o meio ambiente ou são reutilizados pela população em geral, promovendo uma forma mais sustentável e consciente de consumo na sociedade, evitando o acúmulo demasiado e desnecessário de lixo - algo que é considerado um enorme desafio nos grandes centros urbanos nos dias de hoje.


Apesar de a PNRS já estar em vigor há quase uma década no Brasil, a logística reversa está longe de ser uma realidade para boa parte dos grandes geradores de resíduos sólidos do País. No entanto, algumas áreas industriais brasileiras absorveram este procedimento e possuem experiências específicas em relação a este sistema: pneus, óleos, embalagens, pilhas e baterias etc.


Inclusive, o artigo 33 da Lei da Política Nacional de Resíduos Sólidos diz que alguns setores da economia "são obrigados a estruturar e implementar sistemas de logística reversa, mediante retorno dos produtos após o uso pelo consumidor, de forma independente do serviço público de limpeza urbana e de manejo dos resíduos sólidos". Algo que, na Europa, por exemplo, existe há cerca de 30 anos e já está bem estruturado.


Se você ainda não implementou a logística reversa na sua empresa e não sabe como proceder para aproveitar melhor os resíduos gerados durante a sua produção, fale com a GRI agora mesmo.


Cuidamos de toda a gestão de resíduos sólidos diariamente produzidos por grandes empreendimentos. Desde a coleta, passando pelo transporte até chegar ao tratamento adequado. Desta forma, atuamos para maximizar o reúso de materiais descartados, criando uma cadeia de consumo mais saudável às atuais e futuras gerações.

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